Saturday, October 25, 2008
Wednesday, October 15, 2008
Sunday, October 5, 2008
Monday, September 29, 2008
Saturday, September 20, 2008
Wednesday, September 17, 2008
Monday, September 15, 2008
Sunday, September 7, 2008
Saturday, August 30, 2008
Friday, August 29, 2008
Do demasiado tempo disponível...
Wednesday, August 27, 2008
Wednesday, August 20, 2008
Para o Henrique

"Um dia a maioria de nós irá separar-se. Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, das descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que partilhamos.
Saudades até dos momentos de lágrimas, da angústia, das vésperas dos finais de semana, dos finais de ano, enfim... do companheirismo vivido. Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre. Hoje não tenho mais tanta certeza disso. Em breve cada um vai para seu lado, seja pelo destino ou por algum desentendimento, segue a sua vida.
Talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe...nas cartas que trocaremos.
Podemos falar ao telefone e dizer algumas tolices...
Aí, os dias vão passar, meses...anos... até este contacto se tornar cada vez mais raro.
Vamo-nos perder no tempo.... Um dia os nossos filhos verão as nossas fotografias perguntarão: "Quem são aquelas pessoas? "Diremos...que eram nossos amigos e...... isso vaidoer tanto!" Foram meus amigos, foi com eles que vivi tantos bons anos da minha vida!"
A saudade vai apertar bem dentro do peito. Vai dar vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente......
Quando o nosso grupo estiver incompleto...reunir-nos-emos para um último adeus de um amigo.
E, entre lágrimas abraçar-nos-emos.
Então faremos promessas de nos encontrar mais vezes daquele dia em diante. Porfim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a sua vida, isolada do passado.
E perder-nos-emos no tempo.....
Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes que a vida passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes tempestades....
Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!" Fernando Pessoa
Wednesday, August 6, 2008
Monday, July 7, 2008
Tuesday, July 1, 2008
"Ódios viscerais
Ora bem, e porque é que o Daniel Oliveira me mexe com os nervos? Os motivos são tantos que davam para escrever uma tese de mestrado sobre isso mas, com a graça que Deus me deu, vou ser sucinta.
Há pessoas assim, a quem eu gostaria de pegar pelos cabelitos e encher de estalos até os dedos me sangrarem. É gente que me causa daquela ira tão aguda que até faz doer o estômago. Gente que sempre que aparece à frente me faz largar a gritar em falsete, tamanha a indignação que me provoca. Ora bem, uma destas pessoas é o Daniel Oliveira. Se calhar pelo nome ninguém vai lá, é normal, por isso segue a foto, para que não haja equívocos.
Ora bem, e porque é que o Daniel Oliveira me mexe com os nervos? Os motivos são tantos que davam para escrever uma tese de mestrado sobre isso mas, com a graça que Deus me deu, vou ser sucinta.1. Odeio o Daniel Oliveira porque tem aquela veia de pobrezinho-mas-muito-humilde-e-limpinho, e "ai, que tenho uma mãe drogada, mas eu sou diferente, não quero pagar pelos erros dos meus pais, dêem-me lá uma oportunidade, por favor, por favor, por favor, por favor, por favor, por favor, por favor, por favor, por favor, por favor, por favor, por favor, por favor, por favor, por favor, por favor, que sou tão honesto, eu só preciso é duma oportunidade, prometo ser mais fiel que um cão, juro que fico num cantinho e não incomodo ninguém, até me podem pôr a lavar o chão com uma escova de dentes, eu quero é uma oportunidade, já disse que tenho uma mãe drogada mas que eu estou limpo, nunca toquei em nada??". Diz que o rapaz se plantou diariamente à porta da RTP e q não saiu de lá enquanto não o atenderam. Não é perseverante, é só chato.
2. Odeio o Daniel Oliveira porque usa camisas de manga curta aos quadrados, e tem ar de choné.
3. Odeio o Daniel Oliveira porque é o pior jornalista de todos os tempos, o mais básico e o mais previsível, e gostava muito de saber que raio viram nele para acharem que o desgraçado podia conduzir entrevistas nas quais faz perguntas tão brilhantes como "teve um filho... foi uma emoção?", ou "sentiu uma grande tristeza quando o seu pai morreu?", ou "praia ou campo?".
4. Odeio o Daniel Oliveira porque é a mente que delineou esse programa tão fantástico que dá pelo nome de Fama Show, em que cinco meninas se acotovelam para mostrar quem tem as mamas maiores e consegue dizer mais asneiras.
5. Odeio o Daniel Oliveira porque tem aquela obsessão com a selecção nacional, e eu gostava muito que alguém lhe dissesse "não, Daniel, tu não tens qualquer parentesco com o Cristiano Ronaldo, vocês não são nada um ao outro, pára de fingir que ele é o teu melhor amigo". É que não há uma vez em que ele não apareça com mais um programa especial sobre a selecção (já deve ter feito uns 36) que eu não fique com a sensação que os gajos o devem achar um totó de primeira. Até lhe devem dar calduços quando a câmara se desliga e comentar uns com os outros "foda-se, já não há cu para este gajo, quando é que começam a mandar para cá jornalistas boazonas prá gente engatar?"
6. Odeio o Daniel Oliveira porque é um sonso de primeira. Toda a gente que o conhece pessoalmente diz que é execrável e má pessoa, o que contrasta com o ar de cachorro abandonado e espancado e muito sofrido que faz sempre questão de pôr assim que entra no ar.
7. Odeio o Daniel Oliveira porque tenho a leve sensação que não está onde está por mérito próprio, mas sim porque deve saber segredos daqueles mesmo muito obscuros sobre a malta que tem poder na televisão."
http://apipocamaisdoce.blogspot.com/
http://apipocamaisdoce.blogspot.com/
Thursday, June 26, 2008
Thursday, June 19, 2008
Friday, June 13, 2008
Reggaeton Fuckin' rules!!!
Soy igual que tu, me rompiste el corazon me hiciste infiel
no te hagas tonta lo hiciste ayer,
Como tu llorastes yo tambien llore, no te sorprendas,
Soy igual que tu…
Tuesday, June 10, 2008
Sunday, June 8, 2008
the story
All of these lines across my face
Tell you the story of who I am
So many stories of where I've been
And how I got to where I am
But these stories don't mean anything
When you've got no one to tell them to
It's true... I was made for you
I climbed across the mountain tops
Swam all across the ocean blue
I crossed all the lines and I broke all the rules
But baby I broke them all for you
Oh because even when I was flat broke
You made me feel like a million bucks
You do and I was made for you
You see the smile that's on my mouth
It's hiding the words that don't come out
And all of my friends who think that I'm blessed
They don't know my head is a mess
No, they don't know who I really am
And they don't know what I've been through like you do
And I was made for you.
All of these lines across my face
Tell you the story of who I am
So many stories of where I've been
And how I got to where I am
But these stories don't mean anything
When you've got no one to tell them to
It's true...I was made for you
Ohh yea it's true... that I was made for you.
Wednesday, June 4, 2008
Tuesday, June 3, 2008
O que eu gosto de ler estas coisinhas!
LEO JULY 23 — AUG 22
When the sun shines these days, Leo, it shines for thee. You hear those distant, fun-and-punchy handclaps? They clap, my friend, for thee. That wondrous scent of cookies? They bake for thee. So I wouldn’t blame you if there was a little extra hippity-hop in your step: you are the prince(ss) of the sidewalk, the president of anywhere you are. You rule, dude.
in http://www.thelmagazine.com/6/14/horoscope/laps.cfm?ctype=1
When the sun shines these days, Leo, it shines for thee. You hear those distant, fun-and-punchy handclaps? They clap, my friend, for thee. That wondrous scent of cookies? They bake for thee. So I wouldn’t blame you if there was a little extra hippity-hop in your step: you are the prince(ss) of the sidewalk, the president of anywhere you are. You rule, dude.
in http://www.thelmagazine.com/6/14/horoscope/laps.cfm?ctype=1
Thursday, May 29, 2008
Monday, May 26, 2008
Sunday, May 25, 2008
Friday, May 23, 2008
Tuesday, May 20, 2008
"Como ser melhor na cama e melhor no blogue
Qualquer um com alguma experiência na arte de blogar escreve um post partilhando o que aprendeu. Foi o que fiz. Talvez retome esta temática mais vezes, desde que sinta que tenho alguma coisa de importante para dizer.
- A monotonia enjoa e isso tanto se aplica ao sexo como à escrita dos posts. Vamos supor que nos últimos quinze meses em que fizeste amor adoptaste a posição de missionário. Se a tua companheira te sugerir, por palavras ou gestos ou sorrisos, uma posição diferente, coitada, certamente não responderás «Desculpa, querida, mas esta é a única posição em que me ajeito, se queres experimentar outras tens de fazer tu sozinha».
Tal seria lamentável, dada a diversidade de posições conhecidas: Posição de Rotativo, A Colher, A Vinha, O Mergulho, Estrela-do-Mar, Leque, O Desabrochar da Flor, O Tigre Agachado, A Flor de Lótus, O Pião, Mãos ao Alto, O Elevador, O Laço, A Marioneta, O Carrinho de Mão, O Posto de Abastecimento, A Cadeira de Baloiço, A Amazona, O Empresário, a velha e fiável Canzana, e aquela com que um nerd estará mais familiarizado, a posição Mãos Livres à Secretária, também conhecida por Posição Rui Cruz. - Nos blogues é a mesma coisa: há que diversificar o ângulo de entrada. Se sobre determinado assunto 35 mil bloggers escreverem um post à canzana, ou seja, com a mesma perspectiva, o mesmo ângulo, então para quê juntar o teu nome à matilha? É difícil de admitir, eu sei, mas a verdade é que o mundo está cheio de artigos sobre o iPhone e é duvidoso que sinta falta do teu. Não te esqueças que a blogosfera é uma conversa em vários sentidos, de blogger para blogger, de blogger para leitor e de leitor para blogger: não perderás visitantes porque não escreveste um artigo igual ao blogger teu vizinho porque, na perspectiva do teu visitante, um blogue não anula outro, enriquece a sua experiência global de navegação.
Se mesmo assim tens realmente vontade de escrever sobre o assunto, e está obviamente no teu direito, então procura fazer com que a abordagem seja diferente de todas as outras. Isso consegue-se geralmente com investigação, trabalho, sentido empreendedor e reflexão. Nunca receies expor o teu carácter seja qual for o assunto, mas sobretudo se for o iPhone.
- Não interessa o tamanho do teu teclado, mas aquilo que podes fazer com as teclas.
- Se a companheira te surpreender com um jantar romântico à luz das velas, é de esperar que te saibas comportar à altura: apreciarás cada milímetro quadrado da refeição que ela tão afectuosamente preparou, conversarás com calma e carinho, mostrando que saboreias a comida e o momento. Perante uma ocasião tão especial, seria rude e indelicado simplesmente lançar a rapariga sobre a mesa e saltar-lhe para as costas com a subtileza de um urso desfazendo-se em baba. De resto, correrias o risco de provocar um acidente, pois devemos admitir como plausível a possibilidade de uma vela te cair em cima e incendiar-te os pêlos do cu, o que bem vistas as coisas seria castigo exemplar para tanta falta de sensibilidade.
- Escrever um post requer igualmente tacto. Se por exemplo o Bill Gates for atropelado por um camião carregado de caixas com DVDs do Windows Vista Ultimate, não irás começar o teu artigo a dizer «Eu sempre disse que o Vista era um sistema operativo demasiado pesado» ou qualquer outra piadita fácil.
Dado que o interesse por alguém cresce de forma exponencial com a sua morte, aproveitarás para prestar um serviço aos teus visitantes escrevendo, com toda a seriedade, uma resenha biográfica. Tal não significa que te está vedado o direito a ser crítico em relação às opções que o hipotético Bill morto, Bill posto tomou enquanto estava vivo, mas a diferença é que essas críticas estarão enquadradas pelos factos que reuniste, dando-lhes assim mais força, consistência e credibilidade. O estilo de escrita poderá até ser muito semelhante a um tipo de prosa que de certeza te é familiar: a prosa jornalística.
- É verdade, quase me esquecia: um post sabe sempre melhor se for feito com amor."
Tuesday, May 13, 2008
Thursday, May 8, 2008
Saturday, May 3, 2008
Friday, May 2, 2008
Bom saber que algumas coisas continuam iguais.
a desfilar na passerelle abre-se menos a boca, cometem-se menos gaffes
ontem estive alguns minutos a espiolhar o top +, pedacinho de anacronismo que não descola da grelha da rtp, e topei com a isabel figueira, belas formas, estupendo bronzeado, a trazer à liça o novo disco da mariah carey, ainda melhores formas, bronzeado mais envergonhado, que se chama, o disco, e = mc², assim mesmo, à einstein, les bons esprits se rencontrent, albert e mariah, separados apenas quiçá por um grande par de seios, mas entretanto perco o fio à meada, regresso à figueira, que no seu empenho de apresentadora leu a fórmula como "é igual a éme cê dois", assim mesmo, que isso de elevar ao quadrado não é coisa para ela, quanto muito elevar "ao semicírculo" ou "à bandeirola de canto", surpreendam-se os incautos, afinal de contas a moça foi casada com o césar peixoto e não com o nuno crato cujo pé esquerdo, aliás, tem fama de ser uma merda.Aqui: sinusitecronica.blogs.sapo.pt
Wednesday, April 30, 2008
Tuesday, April 29, 2008
Sunday, April 27, 2008
"Vestir roupa velha nos finais de tarde que convidam a permanecer em casa, é como degustar um prato suculento em horas de apetite desmedido. A experiência de ficar despojada de tudo o que não tem aspereza, finura nova, textura hirta, é comparável à sensação de nudez no mundo.
Fecha-se a porta ao mesmo tempo que se desnudam pés, se solta o cabelo e se abre o chuveiro de água tépida. Resta a fruição, o gosto, o prazer completo.
A música ao fundo do corredor acompanha os passos molhados num soalho vadio, gasto e escuro. Escolhe-se, sem cuidado, a roupa que é eleição de horas vazias. O corpo aconchega-se ao cheiro dos dias que passaram pela vida de uma blusa que não tem preço. Braços escorregam pelas mangas de algodão e, por segundos, sente-se a história de uma peça quase inútil.
Distribuir passos pela casa com trapos velhos, é ter na alma o corpo inteiro, decidir num instante prolongado aquilo que não é mais que silêncio. Roupa velha. Roupa triste e gasta, feia, descolorada e comprometida com quem a acolhe.
Quando os finais dos dias convidam a permanecer dentro de um mundo cheio de eus, a roupa que outrora serviu para mostrar o corpo cheio de outros é, agora, o trapo que diz as ideias bem dispostas de quem já saiu de cena, viveu infernos de frio e quente, ouviu palavras contentes e voltou à jazida do que é quieto.
Cai a noite. Voltam os pés ao soalho gasto e antigo. Abre-se a porta e o sono. É hora de deixar cair a roupa. Perto do chão existe o lugar onde o corpo se deita para, em algumas horas, deixar de estar presente no lugar dos sonhos."
por Paula Capaz
Fecha-se a porta ao mesmo tempo que se desnudam pés, se solta o cabelo e se abre o chuveiro de água tépida. Resta a fruição, o gosto, o prazer completo.
A música ao fundo do corredor acompanha os passos molhados num soalho vadio, gasto e escuro. Escolhe-se, sem cuidado, a roupa que é eleição de horas vazias. O corpo aconchega-se ao cheiro dos dias que passaram pela vida de uma blusa que não tem preço. Braços escorregam pelas mangas de algodão e, por segundos, sente-se a história de uma peça quase inútil.
Distribuir passos pela casa com trapos velhos, é ter na alma o corpo inteiro, decidir num instante prolongado aquilo que não é mais que silêncio. Roupa velha. Roupa triste e gasta, feia, descolorada e comprometida com quem a acolhe.
Quando os finais dos dias convidam a permanecer dentro de um mundo cheio de eus, a roupa que outrora serviu para mostrar o corpo cheio de outros é, agora, o trapo que diz as ideias bem dispostas de quem já saiu de cena, viveu infernos de frio e quente, ouviu palavras contentes e voltou à jazida do que é quieto.
Cai a noite. Voltam os pés ao soalho gasto e antigo. Abre-se a porta e o sono. É hora de deixar cair a roupa. Perto do chão existe o lugar onde o corpo se deita para, em algumas horas, deixar de estar presente no lugar dos sonhos."
por Paula Capaz
Thursday, April 24, 2008
Ora nem mais!
"O que Lisboa tem de único?
Só as cores desta cidade me alegram, me despertam coisas e emoções que partilho. A maior parte só. Comigo. A alma e a saudade que mais nenhuma cidade me faz sentir. Faz parte de mim. Adoro o prazer desta exclusividade."
Bárbara Marinho Martins entrevistada pela LeCool
Só as cores desta cidade me alegram, me despertam coisas e emoções que partilho. A maior parte só. Comigo. A alma e a saudade que mais nenhuma cidade me faz sentir. Faz parte de mim. Adoro o prazer desta exclusividade."
Bárbara Marinho Martins entrevistada pela LeCool
Wednesday, April 23, 2008
Há amor amigo
Amor rebelde
Amor antigo
Amor de pele
Há amor tão longe
Amor distante
Amor de olhos
Amor de amante
Há amor de inverno
Amor de verão
Amor que rouba
Como um ladrão
Há amor passageiro
Amor não amado
Amor que aparece
Amor descartado
Há amor despido
Amor ausente
Amor de corpo
E sangue bem quente
Há amor adulto
Amor pensado
Amor sem insulto
Mas nunca tocado
Há amor secreto
De cheiro intenso
Amor tão próximo
Amor de incenso
Há amor que mata
Amor que mente
Amor que nada mas nada
Te faz contente, me faz contente
Há amor tão fraco
Amor não assumido
Amor de quarto
Que faz sentido
Há amor eterno
Sem nunca talvez
Amor tão certo
Que acaba de vez
Amor rebelde
Amor antigo
Amor de pele
Há amor tão longe
Amor distante
Amor de olhos
Amor de amante
Há amor de inverno
Amor de verão
Amor que rouba
Como um ladrão
Há amor passageiro
Amor não amado
Amor que aparece
Amor descartado
Há amor despido
Amor ausente
Amor de corpo
E sangue bem quente
Há amor adulto
Amor pensado
Amor sem insulto
Mas nunca tocado
Há amor secreto
De cheiro intenso
Amor tão próximo
Amor de incenso
Há amor que mata
Amor que mente
Amor que nada mas nada
Te faz contente, me faz contente
Há amor tão fraco
Amor não assumido
Amor de quarto
Que faz sentido
Há amor eterno
Sem nunca talvez
Amor tão certo
Que acaba de vez
Tuesday, April 22, 2008
Sunday, April 20, 2008
Tuesday, April 15, 2008
Monday, April 14, 2008
Friday, April 11, 2008
Tuesday, April 8, 2008
Monday, April 7, 2008
Sunday, April 6, 2008
Thursday, April 3, 2008
Subscribe to:
Posts (Atom)











